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 [Fixo]Princípios do Helimodelismo

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fakerulez

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MensagemAssunto: [Fixo]Princípios do Helimodelismo   Seg Abr 18, 2011 11:06 pm

Introdução

Bem vindo ao fantástico mundo dos helicópteros rádio controlados (R/C). O helicóptero é provavelmente o aeromodelo mais desafiante para se aprender a pilotar, possuindo uma complexidade mecânica por natureza e exigindo 100% de concentração durante seu vôo.

Pilotar um helimodelo não é nada diferente do que tentar equilibrar uma esfera de rolamento em uma superfície de vidro. Se a mecânica do helicóptero tiver sido ajustada com precisão, é como ter uma superfície de vidro perfeitamente plana, de forma que a esfera fique parada onde for colocada.
Caso contrário, é como se ter uma superfície convexa (onde o centro é mais elevado), de modo que a esfera do rolamento sempre irá rolar para as bordas do vidro.

A primeira coisa que um helimodelista deve estar ciente é que o modelo funciona com base nos mesmos princípios de um helicóptero real e pilotar um modelo em escala é igualmente difícil, se não mais dado o tamanho reduzido e orientação.
Não é uma simples questão de pressionar um botão para subir e outro para se mover para frente. Pilotar um helimodelo é como pilotar uma aeronave real, requer conhecimentos e perícias que somente poderão ser aprendidas com a prática.

Agora que você já ficou desencorajado, vamos falar das coisas boas!

Mesmo que construir e pilotar um helimodelo seja complexo, é também extremamente prazeroso. Ser capaz de controlar com precisão um veículo que pode pairar, mover-se para frente, para trás, para os lados, além de fazer todo tipo de manobras interessantes e acrobacias, inclusive pousar na ponta dos seus pés, é muito excitante!

Diferente do que aprender a pilotar um aeromodelo (onde voar junto de um instrutor é algo usual e necessário), você basicamente aprende a pilotar um helimodelo por conta própria. Mas antes de que você comece a pilotar, conversar com um piloto experiente será um excelente ganho sem preço. Ele poderá ajudá-lo a configurar seu helicóptero (tenha em mente que é extremamente importante ter sua mecânica ajustada corretamente para um vôo fácil e seguro) além de lhe dar algumas dicas sobre como voar, além do que esperar do seu modelo e como operar seus controles.

É com este objetivo que a Garauco trás até você este fantástico guia introdutório para o seu fácil aprendizado. Desenvolvido com base nos documentos originais da Walkera, as páginas a seguir apresentarão a você opiniões e comentários de quem realmente entende de modelismo e de uma forma fácil e simples para todo iniciante.

Você receberá dicas e explicações detalhadas de nossa equipe, além de dicas e técnicas exclusivas para o uso de nossos produtos.

Se esta for sua primeira leitura, recomendamos a passagem pelo capítulo "Como funciona um helicóptero?" antes de seguir para as lições de pilotagem.

Como funciona um helicóptero?

Existem basicamente dois tipos diferentes de helicópteros:

1. Com passo variável (Collective Pitch / CCPM / NOR)
2. Com passo fixo

O passo variável existe quando o ângulo das hélices principais do helicóptero sofremEmpuxo alteração de forma simultânea (para mais ou para menos), de forma a alterar a quantidade de empuxo gerada. Isto permite uma resposta mais rápida na alteração da aceleração vertical do modelo (subir ou descer), comandada pelo piloto.

Em helicópteros sem passo variável, o empuxo é controlado apenas pela variação da velocidade do rotor principal, ou em outras palavras, da velocidade do motor (comando de aceleração). O tempo de resposta é mais longo e a variação mais mansa. Os princípios de vôo são os mesmos e poderão ser entendidos nesse capítulo da mesma forma, assumindo que as hélices possuem sempre o mesmo ângulo de inclinação.

Com o passo variável aumenta-se a complexidade da cabeça do rotor (rotor principal / rotor head). O aumento da complexidade deve-se ao aumento do número de partes móveis em um rotor com passo variável, o que por consequência torna o modelo mais caro.

Em um modelo padrão de passo variável, os quatro comandos do helicóptero (Subir/Descer; Giro no próprio eixo; Frente/Trás; Esquerda/Direita) são comandados por cinco canais do seus sistema de rádio. O comando de Subir/Descer está composto por duas variáveis: 1. A alteração da velocidade do motor; 2. A alteração do ângulo das hélices. Isto é necessário pelo seguinte motivo: Quando se aumenta o ângulo das hélices, aplica-se mais carga ou resistência ao rotor principal. O aumento da velocidade do motor visa superar o aumento de arrasto ocasionado pelo aumento do passo.

O vôo do helicóptero é comandado pela variação do ângulo das hélices enquanto elas cortam o ar. Quando deseja-se subir ou descer, o ângulo das duas hélices simultâneamente para um mesmo valor. Quando se deseja subir, o ângulo aumenta. Para descer, o ângulo diminui. Como as hélices estão agindo simultâneamente, ou de forma comum, isto é conhecido como passo coletivo (collective pitch).

Nos deslocamentos para frente e para trás ou então nos vôos laterais, é aplicada uma inclinação no rotor proporcionando uma variação adicional no passo. Desta forma cada hélice tem o mesmo passo na sua tragetória circular. Isto é chamado de passo cíclico (cyclic pitch).

Basicamente quando o motor de um helicóptero é ligado as hélices mantêm um passo nulo (zero graus). A medida que o motor ganha velocidade, o passo coletivo é incrementado e o helicóptero começa a decolar. Para se mover para frente, o passo coletivo é fixado (mantendo o helicóptero no ar), enquando o passo cíclico é ajustado de forma a permitir que a cada hélice tenha um ângulo maior ao passar sobre a cauda. O aumento de passo sobre a cauda gera um empuxo maior nesta região, inclinando o helicóptero para frente. Para anular o movimento e manter o helicóptero pairado no ar, o passo cíclico retorna à posição neutra, de modo que ambas as hélices novamente tenham o mesmo passo durante toda a sua tragetória, assim o passo coletivo mantêm o helicóptero no ar.

Por padrão todos os transmissores comercializados pela Garauco operam em Modo 2. Isto significa que o movimento vertical da alavanca esquerda do seu transmissor controla o acelerador e o passo coletivo do seu helicóptero (simultâneamente), enquanto a alavanca direita controla o passo cíclico, permitindo os deslocamentos horizontais para frente e para trás (movimento vertical da alavanca) e para esquerda/direita (movimento horizontal da alavanca). O movimento horizontal da alavanca esquerda é responsável pelo controle do nariz do helicóptero, permitindo o giro do helicóptero sobre seu próprio eixo.

Note que o passo coletivo está disponível apenas em helicópteros com mais de 4 canais. Os canais adicionais serão responsáveis por funções de mixagem, que misturam os comandos de aceleração com o passo coletivo, além de outros recursos dependendo do seu modelo.

Entendendo a Mecânica

O motor do seu helicóptero é responsável por girar o rotor principal. Em alguns casos ele pode ser responsável por acionar o rotor de cauda através de um conjunto de correais e engrenagens.

A medida que o motor acelera, gera-se empuxo, que pode ser auxiliado pela variação do passo das hélices como descrito na seção anterior. Quando se possui empuxo suficiente, o helicóptero iniciará a decolagem.

Como para toda ação existe uma reação no sentido contrário, quando o motor está forçando as hélices girarem em um sentido, o corpo do helicóptero irá querer girar no sentido oposto. A função do rotor de cauda é tentar corrigir esta tendência. As hélices de cauda geram um fluxo de ar suficiente a ponto de manter o nariz do helicóptero apontando em uma direção. Variando a velocidade do rotor de cauda, ou então do passo das hélices de cauda, é possível variar esse fluxo de ar e então o nariz do helicóptero poderá apontar para outra direção.


Em helicópteros coaxiais a teoria é a mesma, porém o rotor de cauda é substituído por um segundo rotor no mesmo eixo (por isso co - mesmo - axial - eixo). Este segundo rotor gira no sentido oposto ao primeiro, gerando uma força no sentido oposto. Quando as duas forças são iguais, o nariz do helicóptero mantêm-se fixo. Nesses helicópteros, apenas o rotor inferior possui passo cíclico.

O passo cíclico permite que o ângulo das hélices principais sofram variação de forma independente, permitindo um deslocamento horizontal do helicóptero.

Por exemplo, se durante a rotação uma hélice aumenta seu ângulo enquanto aproxima-se da cauda enquanto outra diminui ao aproximar-se do nariz, mais empuxo será gerado na parte traseira do helicópero, inclinando o modelo para frente e por consequência movendo-o nessa direção. O mesmo princípio é aplicado nos movimentos laterais, permitindo um helicóptero de 4 canais se deslocar em qualquer direção.


O controle do passo coletivo e cíclico é transferido dos servos presentes no corpo do helicóptero para as hélices no rotor através da bailarina (swashplate). Parte da bailarina é estacionária, enquanto o restante pode girar livremente acompanhando o movimento do rotor principal. As bielas de controle (ball linkage) ficam conectadas aos servos e na parte estacionária da bailarina, enquanto um outro conjunto de bielas conecta o rotor principal até a parte móvel da bailarina.

Durante o vôo do helicóptero é necessário que o piloto continuamente realize pequenos movimentos nos comandos, a fim de corrigir os desvios ocorridos no caminho de vôo do modelo (inclusive para mantê-lo pairado). Por isso é necessária 100% de concentração do piloto durante o vôo.

Quanto melhor estiver ajustado o modelo, menos correções serão necessárias por parte do piloto.

O que acontece se o motor parar?


Possivelmente você pode estar se perguntando: "O que acontece quando o motor parar?", ou então, "O que acontece se acabar a bateria no ar?".

Como todos nossos modelos são elétricos, a primeira coisa que podemos dizer é que a bateria não acaba de um instante para outro. Se seu helicóptero fosse a combustão, haveria a possibilidade de que o combustível acabasse durante o vôo.

Conforme você estiver voando com seu helicóptero, você estará consumindo energia da bateria. O consumo de energia da bateria fará com que a sua tensão (Volts) caia lentamente, de forma que ela consiga entregar menos energia ao sistema. Isto pode ser explicado pelas formulações básicas de eletricidade.

Podemos fazer uma analogia simples com uma caixa d'água. Quando ela estiver cheia, temos o máximo de energia armazenada. Se fizermos um furo na parte lateral-inferior da caixa, um filete de água começará a ser expelido a uma certa distância. Conforme o nível da água cai, haverá menos pressão sobre o buraco e por consequência o alcance do jato de água será menor. A distância que a água chega irá reduzir lentamente até que a caixa d'água esteja vazia.

Desta mesma forma o motor irá girar mais devagar, reduzindo o empuxo gerado pelas hélices. Assim helicóptero irá perder altitude lentamente até pousar.

Auto-Rotação

Em helicópteros 3D (passo variável) é possível trabalhar com uma técnica chamada auto-rotação. Ela poderá ser utilizada nos helicópteros que permitem as hélices girarem livremente sem acionamento do motor.

Assumindo que a bateria se esgote em grande altitude, devemos colocar o passo negativo o mais breve possível. Isto fará o helicóptero acelerar ainda mais em direção ao chão, no entanto também fará o rotor ganhar velocidade. Esta técnica também pode ser utilizada quando houver desligamento do motor em função de sobre-aquecimento.

As hélices girando irão agir como um pára-quedas, permitindo que você tenha controle sobre o helicóptero durante sua descida.

Quando o helicóptero estiver próximo ao chão, aplicamos novamente o passo positivo às hélices. Isto irá permitir converter a velocidade acumulada no rotor em empuxo, suavizando a queda e permitindo um pouso tranquilo.

Essa técnica requer experiência e domínio do piloto. Portanto sempre que perceber que seu helicóptero está começando a perder força, prepare-se para o pouso e substitua a bateria.

Sobre-Aquecimento

O desligamento do motor por Sobre-Aquecimento ocorre apenas com modelos elétricos para previnir danos em componentes como o motor e o controlador de velocidade (ESC - Electronic Speed Control).

Em geral ocorre apenas em situações específicas como:

* Um dia muito quente;
* Execução de acrobacias que exijam muita potência do motor;
* Passo mal regulado das hélices principais;

Os dois últimos casos implicam no aumento significativo da corrente elétrica que circula pelo ESC e pelo Motor, por consequência aumentando de forma muito rápida a temperatura destes componentes.

Alguns modelos de ESC contam com sensores de temperatura interna que interrompem o fluxo de corrente elétrica quando certa temperatura é atingida. Isto serve de forma a previnir danos aos componentes elétricos do seu modelo.

Perceba que o ESC é o primeiro componente em contato com a bateria. Se ele queimar, não há como garantir o que irá ocorrer com os outros elementos eletrônicos do sistema. Pode haver o risco de curto-circuito, queimando o receptor e servos do modelo, o que pode ser extremamente perigoso.

Desta forma o desligamento do ESC previne a ocorrência de danos significativos, permitindo que você ainda tenha controle sobre o modelo para um pouso de emergência.

Lição 1 – Familiarizando-se com o Transmissor


Por padrão, todos os transmissores vendidos pela Garauco, ou então os que acompanham nossos modelos, são configurados em MODO 2 (EUA). Isto significa que o comando de acelerador e leme estão na alavanca esquerda, enquanto todos os comandos de deslocamento (cíclico) estão na alavanca direita.

Resumidamente, os movimentos esperados de cada alavanca em vôo são:

1. Alavanca Esquerda
1. Movimentos Verticais: Aceleração
1. Cima: Aumenta a aceleração, o helicóptero sobe.
2. Baixo: Reduz a aceleração, o helicóptero desce.
2. Movimentos Horizontais: Leme
1. Esquerda: O nariz do helicóptero gira para esquerda.
2. Direita: O nariz do helicóptero gira para a direita.
2. Alavanca Direita
1. Movimentos Verticais: Profundor
1. Cima: O nariz do helicóptero desce, o modelo se move para frente.
2. Baixo: O nariz do helicóptero sobe, o modelo se move para trás.
2. Movimentos Horizontais: Aileron
1. Esquerda: O helicóptero se inclina para esquerda e se desloca para esquerda na horizontal.
2. Direita: O helicóptero se inclina para direita e se desloca para direita na horizontal.

Atenção: Note que os movimentos da alavanca direita são em relação ao helicóptero. Imagine-se sempre dentro do modelo, como se você estivesse sentado no interior do helicóptero. O que pode auxiliá-lo a aprender a dominar esses comandos é manter a cauda do modelo sempre apontando para você. Desta forma o que você fizer na alavanca direita irá refletir no sentido de deslocamento do modelo.

Nos helicópteros de 6ch+ há uma chave no canto superior direita do transmissor chamada de Flight Mode. Quando acionada em 1, esta chave trava a rotação do motor e converte a alavanca de aceleração em controle de passo. Isto permite o uso de passo negativo para que o helicóptero possa voar de ponta-cabeça, mas esteja certo de já dominar os 4 canais básicos de vôo em vôo normal antes de iniciar o uso dessa chave.

Porque? Pois em situação de risco se você baixar toda a alavanca do acelerador, ao invés de cortar o motor você estará acelerando o helicóptero em direção ao chão, o que pode ser catastrófico.

Nas lições que serão apresentadas a seguir estaremos introduzindo gradativamente novos movimentos que poderão ser realizados pelo seu modelo e novas funções que poderão ser utilizadas no seu rádio. Iremos começar com instruções e movimentos bastante básicos e aos poucos veremos manobras e técnicas de curvas mais sofisticadas.

Lição 2 - Trimando o Helicóptero

Aqui está a parte difícil, deixar o helicóptero corretamente ajustado. Um helicóptero que esteja trimado corretamente representa um modelo em que tem todos os trims do transmissor estão centralizados durante um vôo pairado. Esta é a condição ideal, mas nem sempre corresponde ao caso real.

Todo o conteúdo da Lição 2 é apenas uma aula teórica, iremos trimar nosso modelo na Lição 4. Lendo os conceitos abaixo você poderá arriscar alguns ajustes por conta própria durante a Lição 3, porém lide apenas com os trims, não modifique os parâmetros e curvas do transmissor, nem mesmo tente realizar ajustes mecânicos no modelo sem experiência ou conhecimento.

Se você é novo em modelismo, trims são os pequenos botões que ficam ao lado das alavancas de controle no seu rádio-transmissor. Existe um trim vertical e horizontal para cada alavanca.

Para começar, esteja certo que estejam centralizados em relação às superfícies de controle. Por exemplo, com sua bailarina nivelada, seu servo de aileron e profundor devem estar centralizados (isto com as alavancas e trims do transmissor também centralizados).

Ajustar o leme é um pouco mais difícil, ele só poderá ser ajustado no seu primeiro vôo.
Vamos pular a descrição de como ajustar e configurar o gyro do helicóptero, pois os modelos da Walkera já vêm pré-configurados. Mas saiba que também é uma condição que só poderá ser ajustada em vôo.

Se você for iniciante, é interessante manter a configuração das curvas de aceleração, servos e do passo das hélices de forma linear, como o padrão de fábrica do transmissor. Caso contrário, faça os ajustes ao seu gosto. Para fazer o ajuste das curvas, mova as chaves DIP no verso do controle para a posição ON, ou então entre nos menus de programação. Consulte o manual do seu transmissor para obter maiores detalhes.

Atenção: Não realize qualquer alteração nas configurações do transmissor sem saber no que está mexendo. Realizar alterações de forma incorreta pode causar sérios acidentes.

Como nossos modelos são elétricos, não precisamos entrar em detalhes sobre como afinar seu motor. Basta manter o trim do acelerador na posição mais baixa a fim de garantir que o motor estará desligado quando a alavanca do acelerador também estiver na posição mais baixa.

Atenção: Manter o trim do acelerador elevado representa um risco desnecessário. Em situações de risco é importante desligar o motor, mater o trim elevado irá fazer com que o motor continue ligado.

Caso deseje realizar ajustes mais finos no seu modelo, consulte as próximas páginas, senão pule para a seção “trimando em vôo”.

Ajustando o Passo (Modelos com Passo Variável)

Em helicópteros com passo variável (6ch+), pode ser necessário fazer um ajuste de passo do rotor principal. Este ajuste pode ser feito visualmente, mas o ideal é fazer uso de uma ferramenta chamada Pitch-Gauge.

Importante: Esteja certo de ter a bateria completamente carregada durante os testes. Mantê-la conectada no helicóptero enquanto realizar ajustes também irá consumir energia.

Para fazer o ajuste visual do passo, segure firmemente o helicóptero pela sua base e então acelere lentamente. Mantenha as hélices principais ao nível dos seus olhos e observe se as pontas das hélices giram no mesmo nível/traçado. Se elas estiverem desreguladas, você observará a formação de um “V” entre as duas hélices. Nesta condição recomendamos começar por baixar a hélice mais alta. Novamente, cada helicóptero pode ter uma forma diferente de fazer o ajuste do passo. Consulte o manual para obter maiores informações.

DICA: Você pode facilitar a identificação das hélices marcando as pontas com cores diferentes, por exemplo, com uma fita adesiva colorida. A fita deve ser pequena e leve, para não desbalancear o rotor e não causar trepidação.

Tendo nivelado as duas hélices, é hora de verificar o passo máximo e mínimo. Novamente segure o helicóptero pela base e lentamente acelere o modelo. Em máxima aceleração, o helicóptero não pode perder potência. Isto é evidenciado por um barulho grave do rotor, ou então a aparente perda de velocidade do motor. Caso isto esteja ocorrendo, é necessário reduzir o passo de ambas as hélices, para que o motor possa girar com mais facilidade. O excesso de passo positivo pode causar danos ao seu motor, bateria e/ou ESC (controlador de velocidade).

Por outro lado, se mesmo em aceleração máxima o helicóptero não tenha força para subir, é necessário adicionar passo positivo ao modelo. Esteja atento em não adicionar passo em excesso, ou os componentes mencionados anteriormente poderão sobre-aquecer e queimar.

Para realizar ajustes para acrobacias, torna-se necessário o uso do Pitch-Gauge. O ajuste visual apenas serve para pilotos que estejam aprendendo a pilotar e dominar os comandos básicos do modelo.

Centro de Gravidade


O centro de gravidade irá definir a tendência do seu helicóptero em se deslocar em uma direção. O ideal é que o centro de gravidade esteja exatamente no centro do rotor, isto irá garantir um vôo pairado estável, além de assegurar que as trimagens realizadas ofereçam o melhor resultado.

O centro de gravidade deve ser ajustado com a bateria instalada no modelo. Em geral com baterias originais, o centro de gravidade já estará corretamente ajustado.

Primeiro estique as hélices no sentido nariz-cauda. Erga o helicóptero pela flybar, o corpo deverá manter-se ereto. Em seguida gire 90 graus o rotor, mantedo as hélices esticadas, então repita o procedimento.

Caso em qualquer teste o helicóptero se mantenha inclinado em uma diração, utilize pesos para nivelá-lo.

Trimando em Vôo

\nada as configurações preliminares, é hora de realizar os ajustes finais em vôo.

Acelere lentamente o helicóptero, até que as hélices estejam bem esticadas e o rotor atinja uma velocidade constante. Em seguida continue acelerando lentamente até que o helicóptero comece a “flutuar”. Neste instante o modelo começará a se deslocar em todas as direções. Tente corrigir os deslocamentos e manter o modelo estável utilizando as alavancas do controle.

Para iniciantes isto pode ser uma tarefa bastante difícil. Um piloto experiente poderá ajudá-lo bastante. Tentar realizar ajustes sem saber o que está fazendo, não irá provar nada, apenas pode lhe custar mais dinheiro com reparos. Você pode se sentir mais seguro utilizando um kit treino (X) para facilitar as coisas. O uso deste equipamento será descrito na próxima lição.

Movimentos naturais esperados para o helicóptero são: (rotor girando no sentido horário)

* Durante a decolagem seu helicóptero pode começar a “patinar” para a esquerda. Isto ocorre em função do rotor de cauda estar compensando o torque do motor principal. Pode ser corrigido com poucos “cliques” no trim do aileron para a direita.
* Corrigir o aileron para a direita pode causar que a cauda suba em função da inclinação do rotor. Este movimento pode ser compensado com poucos “cliques” no trim do profundor para baixo.
* Durante um vôo pairado sua cauda deve estar parada.
* Aumentando a aceleração o nariz do helicóptero pode se mover para a esquerda, mas o gyro deverá iniciar a atuar e manter a cauda estável logo em seguida.
* Reduzindo a aceleração o nariz do helicóptero pode se mover para a direita, mas da mesma forma o gyro deverá logo corrigir o movimento e travar a cauda.

Se seu helicóptero se comporta desta forma, você tem um modelo bem trimado.

Se durante a decolagem sua cauda cai, seu Centro de Gravidade está muito para trás, adicione mais peso na frente do helicóptero. O mesmo vale se ocorrer a situação inversa. Caso o Centro de Gravidade esteja correto, há um erro no nivelamento da bailarina.

Se o helicóptero se inclina de forma agressiva em alguma direcão, provavelmente a bailarina não está nivelada corretamente. Neste caso você pode usar os trims para fazer um ajuste fino, ou então corrigir o comprimento das bielas para nivelar a bailarina.

A forma de ajuste do leme depende se seu modelo possui passo na cauda ou então hélices de passo fixo (motor de cauda).

1. Cauda se move para a esquerda (nariz para a direita)
1. Passo na cauda: Bielas da cauda geram muito passo positivo. Ajuste a biela para reduzir o passo.
2. Passo fixo: A mixagem do receptor está muito grande, reduza o valor.
2. Cauda se move para a direita (nariz para a esquerda)
1. Passo na cauda: Bielas da cauda geram pouco passo positivo. Ajuste a biela para aumentar o passo.
2. Passo fixo: A mixagem do receptor está muito baixa, aumente o valor.

Se a cauda fica balançando/chocalhando descontroladamente, a sensibilidade do gyro está muito grande, tente reduzir o valor.

Feitos os ajustes, é hora de nos prepararmos para os primeiros vôos...

Lição 3 - Exercícios de Solo


Finalmente, estamos nos preparando para aprender a pilotar. Chega de conversa técnica, hora de começarmos a nos divertir!

Porém não tenha pressa... Seus primeiros vôos ainda serão com o helicóptero no chão. Não fique triste, primeiro é preciso dominar a sensibilidade das alavancas antes de colocarmos o helicóptero no ar.

Antes de começarmos a operar o modelo, vamos começar com algumas dicas bem básicas.

Esta talvez seja a lição mais longa, pois vamos apresentar uma série de conceitos muito importantes que serão levados para os próximos exercícios.

Se seu modelo possui Skids, tais como skis de neve, tire vantagem disto e instale um kit treino no seu modelo. O kit treino nada mais é que um conjunto de leves hastes e bolas nas pontas que atendem duas finalidades:

1. Reduzir o atrito entre o helicóptero e o solo;
2. Permitir que o helicóptero pouse de pé numa aproximação errada ou em condição de risco;

Se você não tem um kit treino e deseja adquirir um, entre em contato com a nossa equipe de atendimento.

Caso seu helicóptero possua rodas no lugar de skids, possivelmente elas são de plástico, o que já vai garantir o mínimo de atrito para os exercícios de solo. Porém deve-se tomar mais cuidado nos pousos e evitar ao máximo situações de risco.

Informações do Exercício

* Objetivo: Dominar o Leme; Dominar a sensibilidade dos comandos em solo;
* Requisitos: Lição 1; Recomendado o uso do kit treino (X);
* Dificuldade: Baixa;
* Transmissor: MODO 2 (Americano);
* Tempo mínimo recomendado: 30 minutos (3 baterias);
* Aprovação: Realizar três vôos completos com o helicóptero no centro da área de vôo, sem pousar.

Local de Vôo

Para seus primeiros exercícios é importante escolher com cuidado seu local de treino.

Procure um lugar com o mínimo possível de ventos, como uma garagem fechada ou sua sala de estar. Não iremos voar ainda, apenas sentir e praticar os comandos mais básicos, qualquer vento irá tornar esta tarefa mais difícil.

Como estes são exercícios de solo, que serão executados no chão, queremos o mínimo de atrito entre o helicóptero e o piso. Também queremos o mínimo de obstáculos no chão.

O lugar ideal é um círculo com 2 metros de raio. Posicionado seu helicóptero no centro da área, tenha no mínimo 2 metros de distância em todas as direções de qualquer obstáculo.

O que é um obstáculo? Um tapete, um abajur, um poste, um buraco, uma pessoa transitando, seu animal de estimação... qualquer coisa que possa prejudicar seu treino ou tirar sua concentração.

Outra coisa importante: Como queremos o mínimo de atrito entre o helicóptero e o chão é importante escolher o tipo de piso em que vamos trabalhar. Quanto mais liso melhor. Exemplos: Pisos laminados, ladrilhos de cerâmica, pisos de granito polido, etc.

O kit treino ajudará a reduzir o atrito em pisos rugosos como o asfalto ou calçadas, porém será inútil nesse exercício em tapetes de pelo ou gramados.

Preste atenção que os skids possuem borrachas para permitir que o helicóptero não escorregue em pisos lisos.

Porém nós queremos que o helicóptero deslize no chão como manteiga em frigideira quente. Agora deu para entender sem ter dúvidas, correto? Legal!

Exercício

Posicione o helicóptero no centro da área de vôo escolhida, mantenha-se posicionado atrás da cauda do helicóptero. O nariz do modelo deve estar apontando para o seu horizonte, lembre-se disto!

Se o nariz do modelo começar a virar para os lados, você facilmente perderá a referência dos comandos cíclicos (profundor e aileron), por isso nosso primeiro exercício será dominar o leme.

Neste exercício não vamos dar muita atenção para a trimagem do modelo, pois vamos trabalhar em uma zona de turbulência. A trimagem, que é a correção de tendências do helicóptero, deve ser realizada para garantir um vôo estável e será o objetivo da próxima aula.

Fase 1:

Primeiro vamos dominar a alavanca esquerda do transmissor. O movimento vertical é do motor enquanto o movimento horizontal é responsável pelo giro no próprio eixo do modelo (leme).

Acelere lentamente o helicóptero e fique atento ao instante em que ele começa a flutuar. Este é o instante em que o helicóptero está com "peso zero" e que você está na iminência de decolar.

Enquanto você acelera é normal que o helicóptero gire sobre seu próprio eixo, ou então corra em alguma direção.

Apenas quando o helicóptero estiver flutuando é que você terá total liberdade de comandos com o leme, profundor e aileron. Caso contrário você estará utilizando quase toda a alavanca de comando, observando o mínimo de movimento no helicóptero. Isto ocorre porque ainda há peso do helicóptero no chão, o que dificulta o movimento do modelo, nós queremos que todo o empuxo gerado pelo rotor esteja sustentando o modelo.

Atenção: Se você estiver "forçando" o comando, utilizando todo o curso da alavanca sem que o helicóptero esteja flutuando, no instante em que ele estiver na iminência da decolagem haverá um movimento brusco do modelo. Isto pode acarretar em um acidente, pricipalmente se o modelo se inclinar a ponto de bater as hélices no chão.

Com o helicóptero agora flutuando, corrija a posição da cauda e mantenha ela apontada para você. Lembre-se: O leme move o nariz do helicóptero. Puxar o leme para a esquerda fará o nariz do helicóptero virar para a esquerda e a cauda para a direita, visto de cima é o equivalente a um giro no sentido anti-horário.

Evite subir mais que 10cm do solo. Quanto mais perto do chão, melhor para a prática desses exercícios, pois não queremos acidentes. Menor a altitude, menor será a queda quando desligarmos o motor.

Não se incomode se o helicóptero correr em alguma direção. Esteja atento ao acelerador e ao aproximar-se de um obstáculo corte imediatamente o motor (baixe toda a alavanca do acelerador). Desta forma mesmo que as helices colidam com um obstáculo elas irão se retrair e desacelerar, minimizando danos. Então pegue o helicóptero e coloque-o novamente no centro da sua área de vôo e recomece.

Fase 2:

Uma vez que você esteja dominando a cauda, é hora de tentarmos dominar o modelo.

Neste exercício você vai tentar "adestrar" seu helicóptero, pois ele tentará correr para qualquer direção e será sua tarefa mantê-lo estável. Tente manter o helicóptero no centro da sua área de vôo. Não se esqueça de manter fixa a posição cauda e ao mesmo tempo comece a trabalhar com a alavanca direita do controle.

Lembre-se que os movimentos da alavanca são sempre em relação ao helicóptero, por isso manter a cauda apontada para você tornará mais fácil dominar os comandos.

Mantendo a referência da cauda, empurrar a alavanca direita para frente fará o helicóptero se afastar de você. Puxá-la fará o helicóptero se aproximar de você. Mover a alavanca para a esquerda fará o helicóptero deslocar-se de lado para a esquerda, enquanto movê-la para direita levará o helicóptero para direita.

A segunda fase do exercício consiste em manter o helicóptero no centro da área.

Esta será uma tarefa um pouco difícil, pois como você está próximo ao chão, você está em uma zona de turbulência. Será relativamente difícil manter o helicóptero perfeitamente estável no ar, o importante é tentar mantê-lo a 10cm do solo e próximo da região central da sua área de vôo. Será ainda mais difícil se você estiver em um local com ventos, mesmo que leves.

Portanto busque manter o helicóptero flutuando, no máximo a 10cm do solo. Evite deixar ele correr para fora do centro.

Você irá perceber que quanto mais suave forem seus movimentos, mais fácil será manter o helicóptero estável. Seja um cirurgião, tenha dedos precisos, faça movimentos curtos de poucos milímetros.

Lembra-se da manteiga na frigideira quente? Pois então, se inclinarmos demais a panela a manteiga irá acelerar em direção as bordas e novamente teremos que inclinar muito a frigideira para evitar que a manteiga caia para o lado de fora.

Se fizermos movimentos suaves por um período maior de tempo, a manteiga (e o helicóptero) irá se mover mais lentamente e será mais fácil posicionarmos ela onde desejamos.

Lembre-se:

* Na iminência de um acidente, na perda de concentração, ou na perda de referência da cauda, corte imediatamente o motor e pouse o helicóptero. Posicione-o novamente no centro da área e recomece.
* Não se incomode com pequenas quedas, por isso não voe mais alto que 10cm do chão.
* Evite movimentos bruscos ou muito longos na alavanca, eles irão acelerar o helicóptero e dificultarão estabilizá-lo. Lembre da manteiga.
* Jamais deixe as hélices do helicóptero colidir com o chão ou um obstáculo enquanto o motor estiver acelerado. Isto poderá danificar as hélices, componentes do rotor, e inclusive queimar componentes elétricos. Sempre desacelere o modelo numa situação de risco, é melhor deixá-lo colidir com o motor desligado do que tentar corrigir o erro sem ter experiência de vôo.
* Havendo colisão das hélices ou uma queda muito grande, revise o modelo completamente. É importante ter certeza de que ele está funcionando corretamente. Desconfie de qualquer barulho estranho ou trepidação. Em caso de dúvidas ou suspeitas, entre em contato com nossa equipe de atendimento, estamos prontos para ajudá-lo!
Você conseguiu fazer três vôos completos com o helicóptero no centro de sua área?

* SIM! Siga para a próxima lição. Hora de fazer vôos baixos e dominar técnicas de decolagem!
* Não... Continue praticando, não tenha pressa... Se tem dúvidas poste suas perguntas na área de comentários abaixo, nós acompanhamos todas as mensagens.

Lição 4 - Pousos e Decolagens - Praticando vôos baixos


Hora de praticarmos vôos baixos, em alturas de 50 a 150cm.

Para os exercícios apresentados a seguir queremos poder observar o helicóptero de cima. Um bom ponto de referência é mantê-lo na altura da sua cintura.

Atenção: Para esta lição é PROÍBIDO voar acima da sua cabeça. Visualizar o helicóptero por baixo pode alterar a sua referência de comandos e dificultar o aprendizado.

Para dominar esta aula é importante que primeiro tenha completado a Lição 3 (Exercícios de Solo).

Você talvez demore um pouco mais de tempo praticando esses exercícios, mas eles serão de extrema importância. Tenha em mente que todo vôo começa com a decolagem e termina com o pouso. Saiba também que toda decolagem e pouso exigem uma aproximação lenta e controlada, a qual chamamos de vôo pairado. De nada adianta sermos pilotos fantásticos se não conseguirmos dominar o modelo nestas duas condições.

Nesta aula vamos praticar quatro pontos muito importantes:

1. Decolagem;
2. Vôo pairado;
3. Trimagem básica;
4. Pouso;

Informações do Exercício

* Objetivo: Aprender trimagens básicas; Dominar a sensibilidade dos comandos em vôo;
* Requisitos: Lição 2; Lição 3; Recomendado o uso do kit treino (X);
* Dificuldade: Moderado;
* Transmissor: MODO 2 (Americano);
* Tempo mínimo recomendado: 30 minutos (3 baterias);
* Aprovação: Realizar três vôos completos com o helicóptero no centro da área de vôo, sem pousar.

Local de Vôo

Para praticar esta aula ainda recomendamos pisos lisos, pois vão facilitar a decolagem.

Queremos a mesma área de vôo da lição anterior (pelo menos 2 metros de distância dos obstáculos para cada lado). Assumindo que você já conseguiu manter o helicóptero estável a 10cm do chão, será mais fácil mantê-lo estável no ar. Porém será preciso mais atenção para prever situações de risco com mais antecipação.

Se você estiver trabalhando com helicópteros de passo variável já pode optar por locais abertos, mas saiba que o vento será um grande fator dificultador. Se puder continuar praticando em sua garagem ou sala de estar, melhor.

Nota: Não sabe o que é passo variável? Leia o capítulo "Princícipos do Helimodelismo > Como funciona um helicóptero?"

Gramados irão dificultar a decolagem, pois é comum que os skids enrosquem na grama dando uma falsa sensação de estabilidade na primeira fase da decolagem. Recomendamos que primeiro aprenda a decolar em pisos lisos, pois isto permite que o helicóptero "corra" antes de ganhar altitude, o que facilita recuperar a estabilidade do modelo.

Exercício:

A primeira coisa que você deve saber é: Não existe decolagem perfeitamente vertical. O helicóptero vai sempre correr em alguma direção e cabe a você mantê-lo estável.

Faça uma leitura atenta de todo o exercício antes de começar, pois ele vai exigir o domínio simultâneo das 4 fases.

Fase 1: Decolagem

Estou assumindo que você já passou pela Lição 3, ela é um pré-requisito para esta aula.

A primeira fase da decolagem consiste em mantermos o helicóptero estável durante a fase de aceleração. Siga os mesmos procedimentos da lição anterior, acelere o modelo lentamente até que ele comece a flutuar em solo, então comece a aplicar movimentos suaves nas alavancas para estabilizar o modelo.

Uma vez estabilizado o modelo, tal como na lição anterior, aumente lentamente a aceleração para que o modelo ganhe altitude. Quando estiver com o modelo no nível da sua cintura, reduza um pouco o motor para manter a altitude.

A diferença entre um piloto experiente e um iniciante está na velocidade com que ele decola. Um piloto experiente será capaz de decolar em poucos segundos e então estabilizar o modelo no ar. Um piloto iniciante terá mais facilidade em primeiro estabilizar o modelo próximo ao chão e então aumentar a aceleração para ganhar altitude, por isso um piso liso irá facilitar o aprendizado.

Fase 2: Vôo Pairado

O Vôo Pairado não é nada mais que manter o helicóptero estável como na lição anterior, porém em uma altura de pelo menos 50cm.

Quando estamos longe do solo o helicóptero já está fora da zona de turbulência, isto torna o modelo mais manso. Um vôo pairado consiste em movimentos lentos e suaves, além de manter a referência da cauda durante 100% do vôo. Durante esta aula quero que você mantenha sempre o nariz do helicóptero apontanto para o seu horizonte. A cauda deverá estar sempre voltada para você. Se você perder o controle ou a referência da cauda, pouse imediatamente e recomece do centro.

Lembre da manteiga do exercício anterior e pratique movimentos curtos por longos períodos de tempo. Quando estamos mais longe do chão é comum que o helicóptero acelere com mais facilidade em movimentos horizontais (alavanca direita - comandos cíclicos), por isto é importante ter total atenção ao vôo para assim prever situações de risco onde poderá haver colisão/acidente. Como estamos longe do chão o helicóptero manterá a tragetória horizontal até que pouse.

Caso perca a referência da cauda ou então esteja em uma situação de risco, corte imediatamente o motor e deixe o helicóptero pousar sozinho. Os danos serão mínimos se você deixar o helicóptero fazer um pouso-forçado desacelerado, mesmo que haja uma colisão.

Lembre-se que para este exercício é recomendável manter o helicóptero na altura da sua cintura, assim você terá um bom ângulo de vista superior. É extremamente proíbido voar mais alto que o nível da sua cabeça.
Não tente pular etapas, lentamente iremos praticar novas técnicas de vôo e ganharemos mais altitude.

Fase 3: Trimagem básica

Durante o vôo pairado, longe da zona de turbulência, você poderá observar algumas tendências do helicóptero. Se estiver voando em local aberto, não confunda as tendências do modelo com a influência do vento. Um lugar fechado e protegido do vento tornará o aprendizado mais fácil.

Para entender o que é uma tendência, imagine você dirigindo seu carro em uma estrada em linha reta. Por algum motivo de mal alinhamento seu carro fica sempre puxando para esquerda e portanto você precisa sempre segurar o volante um pouco para a direita. Para que você não precise ficar segurando o comando, existem os trims no controle.

Nota: Não sabe o que é um trim? Leia o capítulo "Lição 1 - Familiarizando-se com o Transmissor".

Os trims vão permitir que o transmissor faça a correção "sozinho" de qualquer movimento indesejado. Para entender o funcionamento de um trim, imagine uma barra de aço que está apoiada em seu centro. Nós queremos que ela fique perfeitamente na horizontal, mas por algum motivo qualquer a ponta esquerda está mais baixa que a direita. Para nivelá-la, vamos precisar adicionar um peso na ponta direita da barra. Para complicar ainda mais, nós não sabemos de quantos quilogramas vamos precisar e temos apenas um peso de 1kg.

Se colocarmos o peso de 1kg na ponta direita da barra, ela irá cai, pois o peso é muito grande. Se colocarmos o peso no centro da barra, nada irá mudar. Então aos poucos, vamos afastando o peso do centro da barra para a direita, até encontrarmos o ponto onde a barra fique nivelada.

O trim funciona da mesma forma, porque ele tem um limite de curso. Se o movimento da alavanca representa um movimento de 0 a 100% no servo, o trim representa algo de +5%. É algo bem pequeno se comparado ao curso total do servo e é utilizado para um ajuste fino, tal como nosso peso de 1kg.

Quanto maior o desvio que o helicóptero estiver tendo em uma direção (por exemplo, para a esquerda), mais afastado do centro vamos deslocar o trim para a direção oposta (direita).

Enquanto estiver aprendendo a pilotar o modelo, você terá dificuldades em fazer o ajuste em tempo-real. Recomendo que ao observar que o helicóptero puxa para um lado, pouse o modelo, corrija o trim levemente no sentido oposto e então decole novamente. Repita o procedimento até encontrar um ponto de equilíbrio satisfatório.

Nota: O helicóptero jamais vai ficar parado sozinho no ar. Esta lição serve para você aprender a fazer o vôo pairado e então manter o helicóptero estável. A trimagem servirá apenas para eliminar qualquer desvio excessivo do modelo, pois não é nosso objetivo "brigar" com helicóptero para que ele fique estável. Para entender o que é uma boa trimagem, leia o capítulo "Lição 2 - Trimando o Helicóptero", ela apresenta toda a teoria necessária para entender quais são os movimentos esperados do seu modelo.

Porém existe o risco que o curso do trim não seja suficiente para corrigir o desvio do modelo. Lembra da nossa barra de aço? Seria o mesmo caso de o peso de 1kg ser insuficiente para corrigir o nível da barra, mesmo que colocado na ponta direita dela. Então temos um problema de alinhamento no nível da bailarina do helicóptero, ou então na mixagem/curso do leme. Desta forma será necessário realizar um ajuste mecânico no modelo, alterando o comprimento de bielas ou então do valor dos potenciômetros.

No entanto se tratando que você ainda é um iniciante, prefiro não apresentar informações genéricas de como realizar esses ajustes agora. Caso tenha um problema no tipo, entre em contato com a nossa equipe de atendimento e informe qual é o seu modelo, assim podemos passar instruções específicas para o seu caso em particular, havendo menos risco de erro.

Fase 4: Pouso

Durante esta aula, querendo ou não, você vai praticar muitos pousos. Principalmente se seguir nossa instrução de ajuste de trimagem, onde deverá primeiro pousar o modelo antes de fazer a correção do trim.

Para pousar a idéia é simples: Reduza lentamente o acelerador e mantenha a aceleração estável enquanto o helicóptero estiver descendo.

Vamos assumir a seguinte situação: Digamos que com 50% de acelerador seu helicóptero mantenha a mesma altura de forma estável. Se reduzirmos o motor para 45%, o helicóptero lentamente irá descer. Se reduzirmos o motor para 10%, o helicóptero irá descer mais rápido.

A diferença no pouso de um piloto experiente e um iniciante está na velocidade com que ele consegue fazer a aproximação. Um piloto experiente reduzirá mais o motor para se aproximar mais rápido do solo. Quando ele estiver próximo do chão, irá aplicar um pouco de aceleração para frear o modelo e então fará um pouso suave.

Como iniciante, pratique o pouso suave desde o começo. Com o tempo você pegará prática e começará a fazer aproximações mais rápidas sem mesmo perceber. Vale a clássica: "A pressa é inimiga da perfeição".

Lembre-se: Tome cuidado ao manter o helicóptero no ar. Se você deixar o modelo acelerar em uma direção ele poderá perder altitude, o que vai dificultar estabilizá-lo novamente e o colocará numa situação de risco perigosa.

Portanto siga as seguintes dicas:

* Todo vôo começa com um vôo pairado, portanto dominar esta aula é extremamente importante!
* Você não irá conseguir pilotar o modelo sem antes aprender a fazer pousos e decolagens suaves e controladas.
* Movimentos suaves no controle vão garantir um vôo mais estável.
* O helicóptero não ficará estável sozinho no ar, depende do piloto mantê-lo na posição desejada.
* Durante a execução desta lição, não voe acima do nível da sua cabeça. Uma boa altura de vôo é o nível da sua cintura.
* Em qualquer situação de risco, corte o motor imediatamente (baixe todo o acelerador). É melhor um pouso forçado do que uma colisão acelerado.
* Após uma colisão, revise o modelo e verifique se está tudo correto. Em caso de dúvidas ou suspeitas de problemas, encerre o vôo e entre em contato com nossa equipe de atendimento. Seja um piloto consciente e não ponha em risco sua segurança e de outras pessoas!
Você conseguiu fazer três vôos completos com o helicóptero no centro de sua área a uma distância mínima de 50cm do solo?

* SIM! Siga para a próxima lição. Hora de fazer vôos segmentados por área!
* Não... Continue praticando, não tenha pressa... Se tem dúvidas poste suas perguntas na área de comentários abaixo, nós acompanhamos todas as mensagens.

Decolagens na Grama

Como comentei anteriormente, a grama será um fator dificultador.

Não tenha pressa em fazer decolagens na grama ou em qualquer outro tipo de terreno rugoso. Apenas estou levantando a questão agora, pois algumas pessoas não terão disponível área suficiente para trabalhar com vôos indoor nas nossas próximas lições.

Uma vez que adquirimos prática com a decolagem, nós perdemos a necessidade de estabilizar o modelo em solo e conseguimos estabilizá-lo no ar.

Quando você já estiver fazendo vôos pairados com segurança, experimente fazer decolagens ao ar-livre. Escolha dias onde o vento seja mínimo, para que ele não dificulte ainda mais seu aprendizado.

Nota: Lembro que vôos externos só poderão ser feitos com helicópteros de passo-variável, ou então de passo fixo com apenas um rotor. Alguns modelos coaxiais de maior tamanho poderão fazer vôos externos, mas serão muito restritos em relação ao vento.

Se seu desejo é fazer vôos ao ar-livre, considere comprar um modelo de passo-variável. Você terá muito mais estabilidade e facilidade de vôo.

Durante a decolagem na grama você vai observar que não haverá a fase de "flutuação", isto ocorre porque os skids (trem-de-pouso) do helicóptero irão enrroscar na grama e manterão o modelo parado. Você precisará acelerar o modelo lentamente até que ele saia cerca de 10cm do chão e então começar a estabilizar o modelo no ar.

Note que no instante em que o modelo sair do chão o gyro ainda não estará sendo capaz de manter a cauda travada, então é absolutamente normal observar que a cauda escape assim que o modelo levantar vôo. Não se assuste, deixe a cauda estabilizar e então inicie as correções.

Observe que nesta fase do nosso aprendizado ainda estamos trabalhando com a cauda apontada para nós, por isto é muito importante que primeiro corrija o posicionamento da cauda com o leme e somente depois comece a trabalhar com os movimentos de deslocamento horizontais (comandos cíclicos).

Lição 5 - Vôos por Setor



Se você completou nossa Lição N.4, está na hora de praticarmos vôos por setores.

Basicamente o que vamos trabalhar agora é nossa orientação em relação ao helicóptero. Então vamos manter as mesmas regras da lição anterior, são elas:

* Voar de 50 a 150cm do solo, preferencialmente na linha da cintura;
* Proibido voar acima do nível da cabeça;
* Proibido perder a referência da cauda;

Antes de avançar é importante já ter completado a Lição 4.

Para executar esta aula você já deve ser capaz de decolar e pousar o modelo com facilidade. Também deve estar ciente sobre como evitar situações de risco, antecipando possíveis acidentes e desligando o motor sempre que necessário.

Lembre-se de ser prudente. Se você perder o controle da situação, reposicione o modelo no centro de sua área e recomece o exercício desde o início. Se as hélices colidirem com o chão ou qualquer obstáculo, revise o modelo para ver se não há nada fora do lugar ou quebrado.

Estes avisos não serão mais passados nas próximas lições, você deverá tê-los guardados consigo durante todos os seus vôos. É responsabilidade do piloto assegurar-se que seu modelo encontra-se em condições de vôo.

Informações do Exercício

* Objetivo: Praticar o vôo com pontos de referência;
* Requisitos: Lição 4; Recomendado o uso do kit treino (X);
* Dificuldade: Fácil;
* Transmissor: MODO 2 (Americano);
* Tempo mínimo recomendado: 30 minutos (3 baterias);
* Aprovação: Realizar três vôos completos com o helicóptero explorando os 5 setores.

Local de Vôo

Valem todas as regras que já discutimos sobre obstáculos. A partir deste momento você já deve estar ciente de como escolher um bom local de vôo.

Para esta lição vamos precisar de um espaço um pouco maior. Um retângulo de 24m2 (6x4) deverá nos atender bem.

Nota: Esta área é relativa e depende unicamente do tamanho do seu helicóptero. Para este exercício estou considerando helicópteros com tamanho de 50 a 70cm de comprimento, que é o tamanho médio de nossos helicópteros 3D (passo-variável). Se você possuir um modelo menor, com certeza poderá trabalhar com uma área de vôo menor.

A idéia é dividir este espaço em 6 setores menores, mas apenas de forma imaginária. Vamos dividir nosso retângulo de 24m2 em seis quadrados 2x2 da seguinte forma:
Horizonte
A B C
D E F

Cada um dos nossos setores de A..F possuem 2 metros de lado.

Exercício:

Você poderá explorar cada uma das fases deste exercício separadamente. Porém siga nossas orientações de pontos de referência para que possa dominar adequadamente a aula.

Você como piloto deverá ocupar o setor E, mantendo seus pés e seu rosto voltados para o horizonte. Durante este exercício você também deverá manter seu corpo, assim como o rádio transmissor apontados para o horizonte, pois isto vai ajudá-lo a manter uma referência dos comandos que vamos trabalhar.

Fase 1: Vôos frontais

Inicie a decolagem pelo setor B, tal como na lição 4. Durante seu vôo mantenha o nariz do helicóptero sempre voltado para o horizonte. Você vai tentar manter o helicóptero estável no centro deste setor, pois embora nossa área de vôo seja maior, cada um de nossos setores tem uma área menor do que a lição anterior.

Tudo muito fácil até agora, pois não mudamos nada em relação aos nossos pontos de referência. Nas lições anteriores sempre trabalhamos com o helicóptero a nossa frente, o que tornava fácil manter o helicóptero estável dentro da área de vôo. Agora vamos nos "transportar" para dentro do helicóptero.

Uma vez que você se sinta confortável mantendo o helicóptero pairado no setor B, caminhe lentamente para a esquerda em direção do setor A. Não perca a referência do nariz do modelo, nem mesmo gire seu corpo. Lembre-se, você está dentro do helicóptero, se o nariz do modelo aponta para o horizonte, seu corpo e o controle também apontam para o horizonte.

Você deve caminhar com o helicóptero de lado e está autorizado apenas a inclinar o pescoço para a esquerda. Então pratique o vôo pairado dentro do setor A.

Repita o procedimento para o setor C, mova o helicóptero lentamente para a direita passando por B, mantendo o nariz do modelo, seu corpo e o transmissor apontados para o horizonte. Novamente você só pode mover seu pescoço para a direita.

Fase 2: Vôos laterais

Uma vez que tenha dominado os setores A e C, vamos trabalhar os vôos laterais. Isto significa que vamos trazer o helicóptero para os setores D e F.

Assumindo que você esteja em C, traga o helicóptero de ré até o setor F.

Vou repetir para que você não esqueça: O nariz do helicóptero deve apontar para o horizonte, assim como seu corpo e o transmissor. Você só pode virar o pescoço no sentido do seu ombro direito.

Pratique o vôo pairado com o helicóptero à sua direita, então leve o helicóptero para o setor D. Note que você não pode passar por E, pois você está ocupando este setor. Siga o caminho C -> B -> A -> D, apenas movendo o seu pescoço.

Novamente pratique o vôo pairado no setor D e não se esqueça de seguir as regras sobre orientação.

Bônus: Diagonais e Reposicionamento de setor

Se você achou moleza esta aula, vamos tentar adicionar um desafio bônus. É só uma brincadeira adicional, você não vai precisar fazê-la para avançar para a próxima aula.

Estando ainda posicionado no Setor E, experimente passear com o helicóptero entre os setores D e F passando apenas pelo setor B. Isto vai permitir você explorar o vôo em diagonais, fazendo uso simultâneo do comando de aileron e profundor.

Outro desafio legal é tentar se posicionar nos setores D e F, permitindo que os vôos laterais sejam feitos a uma distância maior. Isto deverá auxiliá-lo nas suas noções de profundidade.

Mesmo na execução dos bônus mantenha as regras de orientação. Nariz do helicóptero sempre para o horizonte e você só pode mexer o pescoço para os lados.


Creditos:Glauco.Lins (walkera.com.br)
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